Manifesto da Direita Verde (2026)
Dizem que esta voz não existe. Chamam-lhe uma anomalia estatística, um "ornitorrinco ideológico" que não encaixa nas caixas rígidas da política atual. Mas a realidade é outra: a verdadeira contradição não é ser de Direita e ecologista; a verdadeira contradição é ser conservador e assistir, com indiferença gélida, à destruição da nossa herança natural.
Neste manifesto, a ecologia abandona as barricadas da esquerda radical para regressar ao seu solo original: a Pátria, a Propriedade e a Liberdade. Através da sabedoria de Burke e Scruton e da visão de D. Dinis e De Gaulle, esta obra desmascara a "melancia" ideológica — verde por fora, vermelha por dentro — e propõe uma nova aliança: a Direita Verde e Azul.
O futuro não tem de ser um deserto tecnocrático. Pode ser enraizado, ético e próspero. Este não é apenas um livro; é um fósforo riscado no escuro e um convite para a batalha das ideias.
Somos a Direita Verde. E temos um mundo para conservar.
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